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Arquitetura e Urbanismo Normas Notícias do setor

Novo projeto de revisão de norma técnica sobre piscinas entra em consulta pública nacional

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Estava em consulta pública nacional até o dia 4 de março o segundo projeto de revisão da NBR 10339, que trata sobre projeto, execução e manutenção de piscinas. As alterações começaram a ser debatidas em outubro de 2014 pela Comissão de Estudo Especial de Piscina (CEE-215) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e chegaram a entrar em consulta pública em dezembro de 2016, mas não avançaram. O texto atual está em vigor desde 1988.

A norma técnica estabelece os requisitos de projeto e construção dos sistemas de recirculação e tratamento de água de piscinas, de forma que se atenda às exigências técnicas de higiene, segurança e conforto dos usuários.

De acordo com a ABNT, a revisão da norma foi motivada pela necessidade de melhoria dos requisitos de segurança para os usuários de piscinas; qualidade do sistema de recirculação e tratamento da água aplicado; adequação de novas técnicas pelo estabelecimento de critérios técnicos claros para definição do desempenho necessário; estabelecimento de requisitos claros para a operação correta das piscinas e respectivas manutenções preventivas e corretivas ao longo da vida útil, que garantam o desempenho dos critérios técnicos estabelecidos em projeto.

O projeto, quando aprovado, cancelará e substituirá a edição atual da ABNT NBR 10339:1988, bem como as normas ABNT NBR 9816:1987, ABNT NBR 9818:1987, ABNT NBR 9819:1987, ABNT NBR 10819:1989, ABNT NBR 11238:1990 e ABNT NBR 11239:1990. Até lá, todas elas seguem em vigor.

Para ter acesso a consulta pública e enviar sugestões, clique aqui.

Por Gabriel Gameiro

Fonte: PINIweb

Arquitetura e Urbanismo Concreto Construção Normas

Entidades da construção iniciam estudo para revisar a Norma de Desempenho, publicada há cinco anos

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A NBR 15575 – Edificações Habitacionais – Desempenho, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), completará cinco anos esse mês. De olho nisso, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Senai Nacional, em conjunto com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e do Sindicado da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), iniciaram um estudo técnico para identificar pontos de melhoria na norma técnica.

“Queremos levantar as necessidades de revisão com uma consulta bastante ampla e organizada com especialistas, empresas, entidades e instituições”, explica Maria Angelica Covelo Silva, consultora da CBIC para o projeto.

O texto de 2013 foi idealizado e elaborado ao longo de mais de dez anos de debate, reflexão e consolidação de outras 232 normas técnicas preexistentes. A NBR 15575 se tornou não só um divisor de águas para o controle da qualidade do espaço construído, mas também uma mudança cultural no mercado da construção civil.

Entre os pontos que devem ser melhorados estão a revisão de definições, maior precisão técnica ou clareza nos enunciados, itens referentes ao desemprenho acústico (como a precisão de caracterização das classes de ruído de entorno), ao desempenho térmico (como condições mais precisas para empreendimentos com grandes áreas envidraçadas nas fachadas) e à segurança contra incêndio (como a necessidade de harmonização com outras normas), entre outros.

Um levantamento por escrito da CBIC já está sendo disparado para as principais instituições que trabalham com a abordagem de desempenho, com a aplicação das regras ou com serviços/produtos que são diretamente impactados por elas. Além disso, quatro workshops (fechados, mas com transmissão online) serão realizados nas cidades de São Paulo e Brasília, cada um abordando partes diferentes da norma.

“Estamos reunindo um grupo muito seleto de profissionais afeitos ao tema, a partir do qual deverão vir propostas coerentes. Queremos construir um documento ecleticamente discutido por pessoas de gabarito técnico”, ressalta Dionyzio Klavdianos, presidente da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da CBIC.

O resultado de tudo isso será apresentado no 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic) que acontecerá em Florianópolis de 16 a 18 de maio. Todas as contribuições serão encaminhadas como sugestão das entidades do setor a uma comissão de estudos da ABNT para a revisão da Norma do Desempenho.

Confira a agenda de workshops*:

1- Subsídios para a revisão da ABNT NBR 15575 quanto aos requisitos de segurança contra incêndio

Data: 22 de fevereiro (quinta-feira)
Horário: 8h30 às 13h00
Local: SindusCon-SP, São Paulo

2 – Subsídios para a revisão da ABNT NBR 15575 quanto aos requisitos de desempenho térmico e lumínico

Data: 16 de março (sexta-feira)
Horário: 8h30 às 13h00
Local: Sede da CBIC, Brasília

3 – Subsídios para a revisão da ABNT NBR 15575 quanto aos requisitos de desempenho acústico de sistemas de vedações verticais internas e externas

Data: 5 de abril (quinta-feira)
Horário: 8h30 às 13h00
Local: SindusCon-SP, São Paulo

4 – Subsídios para a revisão dos requisitos de desempenho acústico de sistemas de pisos

Data: 19 de abril (quinta-feira)
Horário: das 8h30 às 13h00
Local: SindusCon-SP, São Paulo

*Os eventos terão número limitado de convidados presenciais, mas serão transmitidos pela página da CBIC no Facebook.

Por Gabriel Gameiro

Fonte: PINIweb

 

 

Economia Notícias do setor

INCC-M começa 2018 em alta, divulga FGV

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O Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou dia 26/01 que o Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) registrou alta de 0,28% em janeiro. O número é maior do que o apresentado no mês anterior (0,14%).

A parcela relativa a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de uma variação de 0,22% em dezembro para 0,59% neste mês. O grupo Materiais e Equipamentos teve alta de 0,64% em janeiro, contra 0,26% no período anterior. Ele é composto por quatro subgrupos, sendo que o de materiais para estrutura liderou com a maior taxa (0,75%). Já o grupo Serviços registrou um aumento 0,39% em janeiro, com destaque para o subgrupo serviços e licenciamentos, que subiu 0,91%. No mês anterior, a variação havia sido de 0,03% e 0,00%, respectivamente.

O índice referente à Mão de Obra, por sua vez, desacelerou. A alta foi 0,07% em dezembro para 0,03% em janeiro.

Com relação às cidades pesquisadas, seis apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador (de 0,15% para 0,18%), Brasília (de -0,04% para 0,27%), Belo Horizonte (de 0,18% para 0,19%), Rio de Janeiro (de 0,03% para 0,04%), Porto Alegre (de 0,10% para 0,37%) e São Paulo (de 0,08% para 0,34%). Por outro lado, Recife registrou desaceleração (de 1,13% para 0,48%).

O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Fonte: PINIweb