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Categoria: Concreto

Arquitetura e Urbanismo Concreto Construção Normas

Entidades da construção iniciam estudo para revisar a Norma de Desempenho, publicada há cinco anos

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A NBR 15575 – Edificações Habitacionais – Desempenho, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), completará cinco anos esse mês. De olho nisso, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Senai Nacional, em conjunto com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e do Sindicado da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), iniciaram um estudo técnico para identificar pontos de melhoria na norma técnica.

“Queremos levantar as necessidades de revisão com uma consulta bastante ampla e organizada com especialistas, empresas, entidades e instituições”, explica Maria Angelica Covelo Silva, consultora da CBIC para o projeto.

O texto de 2013 foi idealizado e elaborado ao longo de mais de dez anos de debate, reflexão e consolidação de outras 232 normas técnicas preexistentes. A NBR 15575 se tornou não só um divisor de águas para o controle da qualidade do espaço construído, mas também uma mudança cultural no mercado da construção civil.

Entre os pontos que devem ser melhorados estão a revisão de definições, maior precisão técnica ou clareza nos enunciados, itens referentes ao desemprenho acústico (como a precisão de caracterização das classes de ruído de entorno), ao desempenho térmico (como condições mais precisas para empreendimentos com grandes áreas envidraçadas nas fachadas) e à segurança contra incêndio (como a necessidade de harmonização com outras normas), entre outros.

Um levantamento por escrito da CBIC já está sendo disparado para as principais instituições que trabalham com a abordagem de desempenho, com a aplicação das regras ou com serviços/produtos que são diretamente impactados por elas. Além disso, quatro workshops (fechados, mas com transmissão online) serão realizados nas cidades de São Paulo e Brasília, cada um abordando partes diferentes da norma.

“Estamos reunindo um grupo muito seleto de profissionais afeitos ao tema, a partir do qual deverão vir propostas coerentes. Queremos construir um documento ecleticamente discutido por pessoas de gabarito técnico”, ressalta Dionyzio Klavdianos, presidente da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da CBIC.

O resultado de tudo isso será apresentado no 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic) que acontecerá em Florianópolis de 16 a 18 de maio. Todas as contribuições serão encaminhadas como sugestão das entidades do setor a uma comissão de estudos da ABNT para a revisão da Norma do Desempenho.

Confira a agenda de workshops*:

1- Subsídios para a revisão da ABNT NBR 15575 quanto aos requisitos de segurança contra incêndio

Data: 22 de fevereiro (quinta-feira)
Horário: 8h30 às 13h00
Local: SindusCon-SP, São Paulo

2 – Subsídios para a revisão da ABNT NBR 15575 quanto aos requisitos de desempenho térmico e lumínico

Data: 16 de março (sexta-feira)
Horário: 8h30 às 13h00
Local: Sede da CBIC, Brasília

3 – Subsídios para a revisão da ABNT NBR 15575 quanto aos requisitos de desempenho acústico de sistemas de vedações verticais internas e externas

Data: 5 de abril (quinta-feira)
Horário: 8h30 às 13h00
Local: SindusCon-SP, São Paulo

4 – Subsídios para a revisão dos requisitos de desempenho acústico de sistemas de pisos

Data: 19 de abril (quinta-feira)
Horário: das 8h30 às 13h00
Local: SindusCon-SP, São Paulo

*Os eventos terão número limitado de convidados presenciais, mas serão transmitidos pela página da CBIC no Facebook.

Por Gabriel Gameiro

Fonte: PINIweb

 

 

Concreto Construção Inovação Notícias do setor Tecnologia

World of Concrete é marco de tecnologias construtivas

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Dentro do maior evento sobre concreto do mundo, seminários, congressos e workshops debateram o futuro da construção civil

World of Concrete: feira reuniu milhares de visitantes, todos em busca de novidades e tendências do mercado da construção e do concreto

Principal evento internacional dedicado ao concreto e argamassa, além de outros sistemas construtivos, o World of Concrete (WOC) promoveu de 23 a 26 de janeiro, em Las Vegas, no estado de Nevada-EUA, sua 44ª edição. Além da exposição de equipamentos inovadores para a construção civil, o WOC realizou paralelamente à exposição um amplo seminário sobre tecnologias construtivas, fundamentos de segurança e programas de treinamento que servem de referência mundial. Destaque para o workshop realizado pelo comitê ACI-ASCC 117 – Tolerâncias.

Esse comitê define as tolerâncias mínimas para lajes, paredes, colunas, vigas e escadas de concreto e está integrado à American Concrete Institute [Instituto Americano do Concreto] e à American Society of Concrete Contractors [Sociedade Americana de Empreiteiros de Concreto]. O objetivo do evento foi treinar o uso de scanners a laser para determinar conformidades com tolerâncias mínimas nestas estruturas. Do workshop saíram também as bases para a elaboração de uma norma técnica sobre equipamentos de scanner para estruturas de concreto.

O World of Concrete 2018 também apontou sete tendências para as quais a construção civil deverá estar atenta. A saber:

Automação 
Depois da impressão 3D para concreto, as máquinas autônomas que concretam tendem a começar a surgir no mercado. Em parceria com a indústria automobilística, um dos primeiros equipamentos a ser robotizado é a betoneira. A projeção é de que essas máquinas sejam programadas à distância pelas concreteiras, sem sofrer nenhuma interferência humana no canteiro de obras, com 
à descarga do material e dosagem.

Mão de obra
Os países desenvolvidos prevêem uma escassez cada vez maior de trabalhadores interessados em atuar na construção civil. Isso abre duas frentes: 1) As vagas serão ocupadas por imigrantes de países mais pobres; 2) Apenas a mão de obra qualificada, preparada para atuar em canteiros de obras automatizados, sobreviverá no mercado, elevando também os salários.

Construção industrializada
As estruturas pré-fabricadas e pré-moldadas tendem a ganhar ainda mais mercado em 2018. A rapidez que elas dão às obras, além de trazer ganhos ambientais e envolver menos trabalhadores no canteiro de obras, é apontada como vantagem irrefutável.

Dados em tempo real
A tecnologia que permite aferir dados e diagnosticar problemas em tempo real nas obras, compartilhando informações online com todos os envolvidos, é outro ponto que tende a avançar em 2018. Com isso, deverão crescer os apps para smartphones, voltados a agilizar essa troca de dados.

Produtividade
Os métodos de construção que impulsionem a melhoria contínua em todas as etapas da obra, do projeto ao acabamento, andarão na frente cada vez mais. No World of Concrete, números comprovaram que a busca pela produtividade no canteiro de obras faz a diferença.

Estruturas mistas de madeira e concreto
Pode parecer impossível que concreto e madeira possam formar estruturas de edificações, mas, sim, eles são viáveis e o mercado da construção parece cada vez mais propenso a unir esses materiais para viabilizar edifícios. A alegação é que a madeira reduz a pegada de carbono do concreto e produz edificações mais adequadas às certificações sustentáveis.

Estruturas resilientes
Desastres naturais, como furacões, tornados, terremotos, incêndios florestais e enchentes, exigem edificações que sejam capazes de suportá-las. O concreto está bem equipado para atender a esse chamado, sobretudo para a construção de casas. No WOC se ouviu muito a seguinte expressão: “Vamos construir estruturas de concreto que ainda ficarão em pé muitos anos depois de termos ido embora”. O tema é tão atual, que em novembro de 2018, em Cleveland-EUA, haverá um congresso apenas para tratar de estruturas resilientes de concreto.

Confira uma amostra do que foi o World of Concrete 2018

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=eNKPLHhw4JA?feature=oembed]

Entrevistado
Reportagem com base nos releases publicados durante os quatro dias da feira World of Concrete

Contato: contactus@worldofconcrete.com

Crédito Foto: WOC

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
 Fonte: http://www.cimentoitambe.com.br/
Concreto Construção

Recorde mundial: em 100 horas, 46,9 mil m³ concretados

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Marca foi atingida na construção do pilar central de uma ponte estaiada na China, e que possui vão livre superior a mil metros

Concretagem da base que sustenta a torre principal da Hutong Bridge foi ininterrupta durante 100 horas


A concretagem da base da torre que vai sustentar os estais da ponte Xangai-Nantong, na China, estabeleceu o novo recorde mundial de volume de concreto por hora. Em 100 horas ininterruptas, foram concretados 46.899,94 m3. A logística para espalhar o material entre 7.420 toneladas de ferragens mobilizou 400 operários. A área para onde foi bombeado o concreto tinha profundidade de 9 metros. Por isso, o trabalho foi dividido em duas etapas. A primeira cobriu 3,3 metros, distribuindo pouco mais de 19 mil m3, e a segunda atingiu 5,7 metros, vertendo 27.800 m3 para dentro das fôrmas.

O volume de concreto para a base da torre se justifica porque o pilar central da ponte tem 325 metros de altura, dos quais 115 metros ficam mergulhados em águas profundas. As características do material também são especiais. Foi escolhido o concreto de alta performance C60, que atinge resistência de 300 MPa. O projeto da torre principal da Hutong Bridge – nome oficial da ponte entre Xangai e Nantong – foi concebido para suportar estais de aço galvanizado com resistência de 2000 MPa. A estrutura de aço e concreto permitiu que o vão central chegasse a 1.092 metros. O cumprimento total da ponte é de 11 quilômetros.

Projeção da ponte quando ela ficar pronta em 2022: China é hoje a maior construtora de pontes no mundo


Outra característica da ponte é que se trata da primeira grande obra de engenharia construída na China com emprego de 100% da engenharia chinesa e da indústria de materiais daquele país. A construção é ummegaempreendimento rodoviário-ferroviário. A estrutura tem dois pavimentos. Na parte superior, vão trafegar veículos em seis pistas. No debaixo, haverá quatro linhas férreas. A ponte cruza o rio Yang-Tsé e faz parte do complexo rodoferroviário Xangai-Nantong, com 137 quilômetros de extensão. Hoje, o trecho entre as duas cidades é percorrido em oito horas. Com o Trem de Alta Velocidade (TAV) que vai trafegar no traçado, a viagem será reduzida para uma hora.

Exportando pontes

Atualmente, oito das dez maiores pontes do mundo encontram-se na China. A engenharia deste tipo de infraestrutura avançou tanto que a engenharia chinesa começa a exportar sua tecnologia. Recentemente, empresas chinesas construíram a ponte Zemun-Borca, que atravessa o rio Danúbio, na Sérvia. Foi a primeira ponte “made in China” na Europa. A terceira ponte sobre o Canal do Panamá e a parte oriental da famosa Ponte San Francisco-Oakland Bay também foram construídos pela engenharia da China.

Veja vídeo sobre a construção da Hutong Bridge

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=iLYuPwX4eO8?feature=oembed]

Entrevistado

  • China Railway Major Bridge Reconnaissance & Design Institute (via assessoria de imprensa)
  • Engenheiro civil Yaojun Ge, professor do departamento de engenharia civil da Universidade de Tongji, na China (via assessoria de imprensa)

Contatos
brdiobd@foxmail.com
www.brdi.com.cn
yaojunge@tongji.edu.cn

Crédito Fotos: ChinaNews / BRDI

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Fonte: http://www.cimentoitambe.com.br/

Concreto Sustentabilidade Tecnologia

Blocos de concreto imitam pedras e conseguem reter CO₂

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Tecnologia desenvolvida no Canadá gera peças maciças com textura e formato muito semelhantes ao que se encontra na natureza

Blocos maciços de concreto sequestram CO2 e usam dióxico de carbono para ganhar ainda mais resistência


Os blocos de concreto não param de evoluir. As inovações tecnológicas já permitem que eles mimetizem a natureza, assumindo o formato e a textura semelhantes às das pedras. Isso é possível graças a fôrmas especiais e a tintas que são misturadas ao concreto para que ele ganhe coloração semelhante à das pedras. Até a argamassa usada para unir as peças simula a cor e a textura do que se encontra na natureza. Os materiais agregados à composição dos blocos também permitem que eles sequestrem o CO2 da atmosfera, compensando a emissão de dióxido de carbono gerado na produção de cimento. A tecnologia foi desenvolvida pela canadense CarbonCure.

O conceito parte da ideia de que o concreto deve passar despercebido. Para que isso acontecesse, foi importante romper alguns paradigmas relacionados à fabricação de blocos de concreto, sem que ele perdesse resistência, qualidade e capacidade de dar agilidade à obra. “O segredo para fazer blocos que simulem pedras está nas inovações técnicas que conseguimos dar à textura. O jogo de luz e sombra em uma superfície de alvenaria quebrada aleatoriamente consegue efeitos extremamente positivos. Além disso, o trabalho com as cores foi importante. Em vez do cinza tradicional do cimento, aplicamos uma série de cores que vão do preto basalto ao branco calcário”, explica Elliot Bender, vice-presidente de desenvolvimento e comercialização de negócios da CarbonCure.

Junto com a tecnologia para desenvolver os blocos que imitam pedras, a empresa canadense conseguiu que as peças sequestrassem o dióxido de carbono (CO2) que seria liberado na produção do concreto para moldar as peças. Mais do que isso, ela inovou ao injetar COno processo de produção do concreto. Segundo os pesquisadores, isso melhora a resistência à compressão, já que o dióxido de carbono funciona como um aglutinante sem sacrificar o desempenho. A injeção de CO2 se dá diretamente no caminhão-betoneira. “Quando o dióxido de carbono é injetado em concreto úmido, ele reage quimicamente com íons de cálcio liberados de cimento para formar partículas de carbonato de cálcio sólidas e nanométricas, as quais ficam permanentemente ligadas dentro do concreto”, revela Elliot Bender.

Certificação LEED

Casa construída com blocos de concreto que simulam pedras: poupando a natureza


Trata-se de um processo que a natureza desenvolveu para gerar pedras e que a tecnologia permite que ela seja criada artificialmente para que os blocos de concreto maciço mimetizem as próprias pedras. “Essencialmente, estamos colocando o dióxido de carbono de volta no seu lugar legítimo, como um componente da pedra calcária”, explica o executivo da empresa canadense. A inovação possibilitou que os blocos que utilizam esse processo ganhassem o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Trata-se da primeira certificação de sustentabilidade concedida a artefatos de concreto.

Outra característica dos blocos que mimetizam pedra é que eles recebem uma impermeabilização chamada de Rainbloc. Significa que são repelentes à água de dentro para fora. Isso se deve à inclusão de um aditivo, que é acrescido também na argamassa usada para unir as peças. “Digo que conseguimos imitar a natureza e produzir pedras a partir do concreto”, completa Elliot Bender.

Entrevistado
Elliot Bender, vice-presidente de desenvolvimento e comercialização de negócios da CarbonCure 
(via assessoria de imprensa)

Contato: info@carboncure.com

Crédito Fotos: CarbonCure / Brampton Brick

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Fonte: http://www.cimentoitambe.com.br/

Concreto Construção Notícias do setor

Atendimento médico melhora e chega ao canteiro de obras

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Pesquisa mostra que empresas investem mais em saúde e trabalhadores da construção civil estão mais conscientes em prevenir doenças e acidentes

Atendimento médico preventivo e campanhas de conscientização ajudam a melhorar a saúde no canteiro de obras

Com base nas metodologias da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 10), estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Seconci-SP (Serviço Social da Construção) avalia que trabalhadores do setor, com idade entre 40 anos e 59 anos, são os que ficam mais expostos a doenças adquiridas nos canteiros de obras.

Por outro lado, a amostragem revela que o atendimento médico está chegando com maior profusão e qualidade aos locais de trabalho. “Os dados refletem os investimentos que as empresas vêm fazendo nos últimos anos para oferecer atendimento qualificado de saúde aos seus funcionários”, explica Norma Araújo, superintendente do Iepac (Instituto de Ensino e Pesquisa Armênio Crestana) do Seconci-SP, e responsável pelo levantamento.

Entre os problemas que mais afetam os operários estão as doenças do sistema osteomuscular (lesões, torções ou fraturas por queda) e do tecido conjuntivo (doenças de pele, em sua maioria). São casos diretamente relacionados ao não-uso ou ao uso incorreto de EPI (Equipamentos de Proteção Individual).

Porém, a pesquisa também detectou um ponto positivo nos dados. Não são apenas trabalhadores acidentados que estão procurando atendimento médico. Cresceu os que buscam prevenir doenças. “Isso é fruto das campanhas de conscientização. São ações em que os médicos vão até o canteiro de obra e fornecem orientações. Isso desperta o interesse desse público por prevenção, visando mais qualidade de vida no longo prazo”, explica Norma Araújo.

No levantamento do Seconci-SP, cujos dados refletem uma tendência nacional, as funções que mais demandam exames são as ocupadas por serventes de obra e pedreiros. De 51.244 consultas pesquisadas, os serventes de obra responderam por 12,1% e os pedreiros por 9,4% dos atendimentos. Vale ressaltar que os números referem-se a trabalhadores que procuram consultórios, clínicas e hospitais que possuem convênios com o Seconci-SP, o qual concentra a base de dados da pesquisa.

Homens são maioria

Entre os problemas que mais levam a mão de obra da construção civil a buscar auxílio médico estão dores nas costas, nas juntas e inflamações de ombro e tendões, que correspondem a 30,1% dos casos. Já as doenças respiratórias, como faringites, amigdalites, sinusites, gripes e viroses, respondem por 12,8% dos atestados.

Sendo a maioria dos usuários trabalhadores da construção civil, os homens respondem pela maioria das consultas: 87,1% contra 12,9%. Já por faixa etária, os homens entre 40 e 49 anos são os que mais procuraram a assistência médica, com 28%, seguidos pelos mais velhos, entre 50 e 59 anos (24,4%). Na sequência, os com idade entre 30 a 39 anos (20,9%).

No caso das mulheres, a prevalência fica entre as pacientes de 18 a 29 anos (21,90%), seguidas pelas de 30 a 39 anos (12,9%) e 40 a 49 anos (11,5%). Norma Araújo salienta que a conscientização dos trabalhadores e o investimento das empresas em saúde resultam em mais produtividade e menos acidentes nos canteiros de obras.

Entrevistado
Seconci-SP (Serviço Social da Construção) 
(via assessoria de imprensa)

Contato: comunicacao@seconci-sp.org.br

Crédito Foto: Sinticompi

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Fonte: http://www.cimentoitambe.com.br